Este estudo preliminar apresenta um espaço narrado pela palavra e seu papel na constituição dos imaginários, das paisagens e dos seus significados. Os dizeres urbanos como forma de (re)conhecimento, compreensão e proposição, configuram os patrimônios culturais – material e imaterial –, identificados com lugares e sistemas de comunicação de sentimentos, percepções e visões de mundos em trânsito que dialogam com múltiplos territórios; aqui expressamos a voz da Vila Madalena na cidade de São Paulo, em 2019.

Atualmente, como uma sociedade capitalista, passamos a vida toda preocupados com bens materiais, que nos fazem abdicar muitas vezes de inúmeros fatores, como a vida social e de nossa própria saúde.

Você abre pacotinho? Ou colhe sua comida? #foodrevolution
Você abre pacotinho? Ou colhe sua comida? #foodrevolution

Sem pânico! É orgânico
Sem pânico! É orgânico

O que a gente pode ver na cidade de verde?
O que a gente pode ver na cidade de verde?

A Amazônia que inspira precisa respirar
A Amazônia que inspira precisa respirar
 

Não há nenhum problema em trabalhar e se dedicar ao seu trabalho, mas é necessário também aproveitar as experiências que a vida nos proporciona no dia-a-dia.

Trabalhe duro. Seja Legal
Trabalhe duro. Seja Legal

Como indicado pelo desenho do rosto, a leitura se faz de baixo para cima: “o que a gente precisa? Veracidade” (ver-a-cidade)
Como indicado pelo desenho do rosto, a leitura se faz de baixo para cima: “o que a gente precisa? Veracidade” (ver-a-cidade)

Muito mais Madalenas, por favor
Muito mais Madalenas, por favor
 

Mais Madalenas sim, em todos os contextos, mais girassóis, mais harmonia, mais purpurina e mais simpatia, porque de caos a vida já esta cheia.

“A festa da democracia”
“A festa da democracia”

Mão branca anônima apontando o logo do grupo de hip-hop nova iorquino Wu-Tang Clan, jovem branco fazendo sinal do grupo
Mão branca anônima apontando o logo do grupo de hip-hop nova iorquino Wu-Tang Clan, jovem branco fazendo sinal do grupo

Herói dos pivete, faz arte e não guerra
Herói dos pivete, faz arte e não guerra
 

Afinal, a vida existe para ser vivida, em todos seus aspectos, não devemos temer o desconhecido.

O medo do deserto do homem da floresta é o medo da floresta do homem do deserto
O medo do deserto do homem da floresta é o medo da floresta do homem do deserto
Seu coração tem o gabarito de todas as perguntas... Se pá você é feliz e nem sabe
Seu coração tem o gabarito de todas as perguntas... Se pá você é feliz e nem sabe
Cada caminho é um risco
Cada caminho é um risco
Sem dizer nada, mulheres observam aquilo que deixaram para traz
Sem dizer nada, mulheres observam aquilo que deixaram para traz

Sempre existirá o risco, contudo devemos estar dispostos a sair de nossa zona de conforto, não sabemos o que é viver, mas só temos uma oportunidade para descobrir.

Se a vida é o jogo, então, vamos ganhar!
Se a vida é o jogo, então, vamos ganhar!

Em casa de menino de rua, o último a dormir apaga a lua
Em casa de menino de rua, o último a dormir apaga a lua

sobre os autores

Sérgio A. Santos Jr. graduado em Turismo (2008), e em Arquitetura e Urbanismo (2013); mestre em Arquitetura e Urbanismo (2015); doutorando em Arquitetura e Urbanismo na área de concentração de "Projeto, Espaço e Cultura", pela Universidade de São Paulo (2017-2021).

Pedro Henrique N. Patelli é graduando em Arquitetura e Urbanismo (2017-2021) pela Universidade Paulista; bolsista do programa de Iniciação Científica Santander Graduação (2019-2020).