Este estudo preliminar apresenta um espaço narrado pela palavra e seu papel na constituição dos imaginários, das paisagens e dos seus significados. Os dizeres urbanos como forma de (re)conhecimento, compreensão e proposição, configuram os patrimônios culturais – material e imaterial –, identificados com lugares e sistemas de comunicação de sentimentos, percepções e visões de mundos em trânsito que dialogam com múltiplos territórios; aqui expressamos a voz da Vila Madalena na cidade de São Paulo, em 2019.
Atualmente, como uma sociedade capitalista, passamos a vida toda preocupados com bens materiais, que nos fazem abdicar muitas vezes de inúmeros fatores, como a vida social e de nossa própria saúde.
Não há nenhum problema em trabalhar e se dedicar ao seu trabalho, mas é necessário também aproveitar as experiências que a vida nos proporciona no dia-a-dia.
Mais Madalenas sim, em todos os contextos, mais girassóis, mais harmonia, mais purpurina e mais simpatia, porque de caos a vida já esta cheia.
Afinal, a vida existe para ser vivida, em todos seus aspectos, não devemos temer o desconhecido.
Sempre existirá o risco, contudo devemos estar dispostos a sair de nossa zona de conforto, não sabemos o que é viver, mas só temos uma oportunidade para descobrir.
sobre os autores
Sérgio A. Santos Jr. graduado em Turismo (2008), e em Arquitetura e Urbanismo (2013); mestre em Arquitetura e Urbanismo (2015); doutorando em Arquitetura e Urbanismo na área de concentração de "Projeto, Espaço e Cultura", pela Universidade de São Paulo (2017-2021).
Pedro Henrique N. Patelli é graduando em Arquitetura e Urbanismo (2017-2021) pela Universidade Paulista; bolsista do programa de Iniciação Científica Santander Graduação (2019-2020).