Vinte anos de sua morte.

Único nome feminino do
Olimpo da arquitetura brasileira.

Burguesa que preferiu o povo,
italiana e brasileira,
feminina não feminista,
nacional-popular não nacionalista,
outsider,
guerrilheira,
marginal.

Preferências:
arte erudita e popular,
arquitetura cênica e figurinos,
arquitetura moderna e vernacular.

Do intrigante Masp dos tempos de faculdade,
à compreensão vinda com a profissão e estudo sem fim,
em que só agora entendo, pouco... mas um pouco.

Lina Bo permanece como um farol,
iluminando o caminho masculino-feminino,
de todas nós arquitetas.