edição 14.157 · 2015
Correspondência e turismo
O Rio de Janeiro por Edouard Manet
Texto de Eliane Lordello comenta o livro “Viagem ao Rio: cartas da juventude (1848-1849)”, de Edouard Manet, coletânea de cartas da viagem do jovem pintor francês à cidade do Rio de Janeiro.
Observações sobre o livro Cemitério da esperança
Benjamin Moser, um crítico severo de Brasília
Segundo Benjamin Moser, Brasília não atende aos preceitos contemporâneos da boa cidade: alta densidade, concentração, mistura de atividades, possibilidade de alcançar a pé as necessidades básicas do ser humano e transporte coletivo de qualidade.
A juventude e a invenção do Brasil
As obras formadoras da ideia de Brasil e do que é ser brasileiro
“Os sertões”, de Euclides da Cunha, “Casa grande e senzala”, de Gilberto Freyre, “Raízes do Brasil”, de Sérgio Buarque de Holanda, “Formação do Brasil contemporâneo” e “Formação econômica do Brasil”, de Caio Prado Jr. são os livros de formação do autor.
A arquitetura contemporânea ou a sedução da superfície ornamentada
Resenha do livro Ornament, de Antoine Picon, fruto da reflexão madura de um intelectual prolífico, trata do ornamento para além dos termos das antologias tradicionais, levando em conta suas acepções na contemporaneidade.
As experiências de revitalização em seis cidades
Nova York, Londres, Havana, Buenos Aires, Cidade do Cabo e Rio de Janeiro em questão
O livro Cidades em transformação, organizado pelos arquitetos Ephim Shluger e Miriam Danowski, traz artigos que avaliam os processos de transformação urbana em seis capitais de países diferentes.
O padeiro e o sopro divino
“O soprador”, de Michel Gorski e Sílvia Zatz é uma história estranha, com simplicidade narrativa e complexidade de significados. Berko e Leopoldo Kotler participam de uma trama onde o bialy, um pão tradicional judaico, é o pólo irradiador de significados.