edição 16.097 · 2015
Jornadas do Patrimônio
Como valorizar a arquitetura e o patrimônio histórico
Nadia Somekh comenta as Jornadas do Patrimônio, ocorridas na cidade de Paris nos dias 19 e 20 de setembro de 2015. No evento, foram discutidos mecanismos de intervenção em edifícios históricos e apresentados bons exemplos, caso do Sesc Pompeia.
Arquitectas
Videoentrevista documental con 10 arquitectas
Diez arquitectas dan su opinión en torno a la condición femenina y cómo se desenvuelven profesionalmente en el sector de la arquitectura en Videoentrevista. La comisaria es Ariadna Cantis.
Thomaz Farkas, subversivo e elegante
Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira
Quarto livro da Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira, curadoria de Eder Chiodetto, o volume traz um recorte da obra de Thomaz Farkas, quando fotografou Brasília em duas ocasiões.
Universidade na berlinda
Que tipo de arquitetos urbanistas queremos formar? Ou ainda, que critérios estamos utilizando na contratação dos professores? Questões levantadas e discutidas num contexto onde a massificação se sobrepõe à formação cultural e ao pensamento crítico.
Prova de coragem
Sobre o lançamento do filme no Canadá
Roberto Gervitz comenta a acolhida por parte de público e crítica de seu novo filme, Prova de coragem, lançado na seção competitiva do 39º Festival de Filmes do Mundo, de Montreal.
Te colocando no teu devido lugar
Sobre as empregadas domésticas brancas do filme A que horas ela volta?
Débora Carvalho leu esse texto durante o debate com a cineasta Anna Muylaert, ocorrido na FAU USP. Os argumentos apontam para o desapontamento da autora frente a perda de oportunidade de se discutir a questão negra a partir do personagem de Regina Casé.
Do status ao estudo
Um novo olhar sobre o ensino do design de interiores no Brasil
O artigo de Andrea Guariglia trata do design de interiores no Brasil, focando a pesquisa, a experimentação e o processo criativo nas novas metodologias de ensino.
Projetando edifícios, construindo vidas
Bárbara Bergold, oradora da turma de formandos da UniRitter, comenta as responsabilidades dos arquitetos a partir da obra de Lina Bo Bardi, e defende que o arquiteto deve ter a consciência de que cada projeto é um pedaço da cidade.
Violência banalizada
Assegurar o convívio pacífico nos espaços públicos, respeitando as leis e os costumes vigentes, não é apenas um caso de polícia, mas uma necessidade de um modelo de segurança pública compreendido, assimilado e compartilhado solidariamente pela sociedade.