edição 15.084 · 2014
Piscinões verdes contra as enchentes
Considerando que numa cidade grande atual, com grande impermeabilização do solo, 80% da água da chuva pesada escoa superficialmente colapsando seu sistema de drenagem, o autor sugere investimentos em projetos complementares de retenção de águas de chuva.
Sobre escolas que contam estórias
O artigo aborda o processo de produção da arquitetura escolar no Estado de São Paulo a partir da década de 1960, comparando as experiências desta época com as atuais, propondo a discussão sobre diferentes modos de concepção de edifícios educacionais.
Fragmentos
O registro de afetos, memórias e emoções na produção contemporânea
Jacopo Criveli Visconti, curador da exposição “Fragmentos”, comenta o conceito central que aproxima as obras de Leda Catunda, Peter Blake e outros artistas brasileiros e ingleses: a recorrência do fragmento na produção contemporânea.
Uma rua chamada Augusta
Como a louca do Juquery virou nome de logradouro
Qual é a origem do nome da famosa rua paulistana? Aracy Amaral conta como uma moça sem sobrenome, internada em um manicômio, foi a inspiração para o nome de importante logradouro da capital paulista
Francis Alÿs
Olhar para a cidade a partir de uma prática artística
Uma aproximação à poética visual de Francis Alÿs, focalizando trabalhos desenvolvidos no centro da Cidade do México e considerando suas relações com alguns processos urbanos na região.
Lothar Charoux – razão e sensibilidade
Austríaco de nascimento, o artista plástico Lothar Charoux viveu quase toda sua vida no Brasil, onde teve ativa participação no meio cultural, sendo um dos fundadores do Grupo Ruptura. Maria Alice Milliet analisa seu trabalho como pintor e desenhista.
Bernardo Secchi
Um adeus ao urbanista italiano
Adalberto da Silva Retto Jr, professor da Unesp de Bauru, escreve sobre a morte do mundialmente reconhecido urbanista italiano Bernardo Secchi.
Bélgica
O quebra-cabeça de línguas, etnias, partidos e governos
A Bélgica, país habitado por duas diferentes comunidades linguísticas, os flamengo (de língua neerlandesa) e os valões e bruxelenses (de língua francesa), tem cada vez mais dificuldades em formar um governo federal.