arquitextos ISSN 1809-6298
edição 20.240 · 2020
Quando habitar é dormir
Livros, filmes e vivências urbanas foram tomados como referências para enquadrar os argumentos deste artigo que aproxima uma série de situações no sentido de demonstrar apropriações do espaço habitado através do ato de dormir.dfdfdfddfdfdfdfdfdfdfffffffff
Dois palácios, uma função em dois tempos
O Itamaraty no Rio de Janeiro e em Brasília
Comparando os palácios do Itamaraty do Rio de Janeiro e de Brasília nas escalas, urbana, do lote e do edifício buscamos entender como alguns princípios de composição, simetria e proporção foram reinterpretados por Oscar Niemeyer.
Afinal, o que é uma rua?
Este artigo reflete sobre o significado da rua até chegar aos aspectos culturais envolvidos na definição dela enquanto espaço público, como elemento da arquitetura, e, por fim, sua significação no Brasil.
Patrimônio cultural e certificações ambientais
Considerando que as questões culturais integram a sustentabilidade, este artigo tem por objetivo verificar de que forma o patrimônio cultural vem sendo abordado no processo de certificação ambiental do espaço urbano.
Tipologias de vazios urbanos na expansão urbana de cidades médias paulistas
Este artigo identifica e classifica as tipologias de vazios urbanos em três cidades médias paulistas entre 2006 a 2018, considerando as estratégias para sua formação e permanência.
As feiras populares como territórios de persistência
O artigo discute as feiras populares a partir de sua compreensão como territórios de persistência, expressando as tensões que marcam seus processos de territorialização, ao tempo em que busca evidenciar a importância das suas táticas de persistência.
Centro Cultural São Paulo
A arquitetura paulista depois do brutalismo
O artigo analisa a arquitetura do Centro Cultural São Paulo, a circunstância de sua construção, as visões da crítica especializada sobre o projeto e comenta aspectos de vigência atual da proposta.
Matrizes tectônicas
Expressão estrutural e tipologia no racionalismo carioca
Uma das características da Escola Carioca foi o redesenho tipológico de certos padrões morfológicos, simultaneamente, estruturais e expressivos. Intrínsecos às formas arquitetônicas, eles as determinavam e eram por elas determinados em sutis articulações.