edição 13.148 · 2012
Arquitecturas e cidades devoradas entre Portugal e o Brasil
A partir de notícias publicadas em jornais portugueses e brasileiros na primeira metade do século XX, sobre quatro arquitectos, o artigo traça itinerários do olhar e consequentes leituras de arquitecturas e de cidades portuguesas e brasileiras
O azulejo em Portugal nas décadas de 1950 e 1960
Influência brasileira e especificidades locais
Este artigo visa refletir sobre a influência da arquitetura moderna brasileira em Portugal, especificamente quanto ao uso do azulejo na arquitetura portuguesa e aos diversos modos de articulação entre artistas e arquitetos, nas décadas de 1950 e 1960
Língua portuguesa, literatura brasileira e os lugares do modernismo no Brasil
O Movimento Moderno no Brasil buscou formas e espaços do território nacional que pudessem, simbolicamente, representar a identidade cultural brasileira. A literatura, como líder deste movimento do espírito, a instruir as demais linguagens.
As rédeas do Reino e os muros de Marrocos
Partindo das críticas expressas durante o apogeu do Império na literatura portuguesa do Século XVI, este artigo analisa o processo histórico que levou à independência das colônias portuguesas e à independência de Portugal das suas colônias
Um tema de fachada
A escultura cerâmica portuguesa no exterior de arquitecturas luso-brasileiras
A utilização de esculturas cerâmicas em fachadas de edifícios portugueses e brasileiros da segunda metade do século XIX, determinaram a criação de uma arquitectura híbrida, de certa forma original, no contexto da época
A arquitetura das fronteiras do Brasil
Duas faces de um mesmo problema
A arquitetura das fronteiras do Brasil data do século XVIII. Este ensaio revela as faces dos integrantes e o cotidiano da expedição científico-demarcatória hispano-lusa encarregada de mapear e propor os confins a Norte, em plena selva amazônica.
Paradigmas da urbanística ibérica adotados na colonização do continente americano
Sua aplicação no Brasil ao longo do século XVI
Artigo objetiva resgatar algumas das normativas e práticas urbanísticas que estiverem presentes nas políticas colonizadoras portuguesa e espanhola desenvolvidas ao longo do século XVI nos territórios da América, com destaque para o território brasileiro.