edição 07.084 · 2007
Brutalismo, sobre sua definição
(ou, de como um rótulo superficial é, por isso mesmo, adequado)
Neste artigo a autora faz uma revisão do termo Brutalismo a partir de uma releitura do livro de Reyner Banham publicado em 1966, The New Brutalism: Ethic ou Aesthetic?
A luz natural como diretriz de projeto (1)
Este artigo discorre sobre o uso da luz natural como um elemento de construção do espaço, de sua importância no processo conceptivo de arquitetura, unindo aspectos técnicos e poéticos
O edifício do Masp como sujeito de estudo
Alex Miyoshi tenta compreender a história do Masp, acompanhando o processo de construção do museu desde sua criação, em 1947, até os nossos dias, apoiando-se em textos e idéias dos fundadores de sua historiografia, e nas historiografias que lhes seguiram
Observação incorporada da Enseada de Botafogo, Rio de Janeiro (1)
Paulo Afonso Rheingantz faz neste artigo uma leitura da enseada de Botafogo, na qual procura diferenciar hábitat “civilizado” de um ambiente construído cada vez mais despersonalizado e desconfortável
I International Workshop Digital Design for Architecture
– concepção arquitetônica em ambiente computacional
Regiane Pupo apresenta a discussão realizada no primeiro workshop internacional sobre o uso da computação na arquitetura, abordando o seu processo projetual, a utilização e integração nas primeiras fases do projeto e no seu desenvolvimento
A provocação sensorial na arquitetura de Sergio Bernardes
Este artigo discorre sobre o uso de artifícios como cores, texturas, reflexos e luminosidade, para provocar os sentidos na obra de Sergio Bernardes, que sempre buscava a interação do usuário com as formas do projeto
Casa Tugendhat (1)
Neste artigo, Luciana Fornari Colombo apresenta a Casa Tugendhat, considerada uma das primeiras a reivindicar o estilo moderno, e esclarece alguns mal entendidos gerados por algumas imagens e desenhos publicados
Subsídios para elaboração do plano diretor do Município de Tiradentes – MG (1)
Os autores procuram oferecer com este atigo elementos para o desenvolvimento do Plano Diretor de Tiradentes/MG, tombada pelo IPHAN em 1938, quando o conjunto arquitetônico, a Serra de São José e o seu entorno paisagístico passaram a ser resguardados