edição 10.119 · 2017
Ministério do Arquiteturismo adverte...
Às vezes pode demorar muito para se achar coisas perdidas na cidade!
Ministério do Arquiteturismo adverte: às vezes pode demorar muito para se achar coisas perdidas na cidade!
Um passeio pela Goiás de outros tempos
Nádia Mendes de Moura nos convida a deambular pelas ruas da Goiás antiga, se perder pelos logradouros, descobrir becos e calçamentos, fazer parte do seu cotidiano, imaginar como as coisas funcionavam em outros tempos.
O portão azul
Arte de obra na era da reprodutibilidade técnica de muros cinzas
Um bairro pacato de São Paulo localizado na zona sul está prestes a viver dia inesquecível, que ficará impresso para sempre na memória dos poucos que o vivenciaram...
Biombos Namban do Museu de Arte Antiga de Lisboa
A presença de Portugal no Japão durante os séculos 16 e 17
Os biombos Namban presentes no Museu de Arte Antiga de Lisboa contêm narrativas do cotidiano dos séculos 16 e 17, quando a presença portuguesa no Japão propiciou o sincretismo cultural entre os dois povos.
Rosalina, a florista ambulante
Homens provisórios 4
Quarto texto da série Homens Provisórios, “Rosalina, a florista ambulante” é um breve texto ficcional de Luís Antônio Jorge sobre uma jovem florista que vende seus produtos nos velhos bares do centro de São Paulo.
Carretera Austral, o caminho das águas
O casal José Tabacow e Diana Souza registram com texto e fotos as paisagens do sul da América do Sul, percorrida pela Carretera Austral, com vegetação luxuriante e geografia radical, com a presença eterna da água em estado líquido ou na forma de gelo.
Professoras
O escritor Milton Hatoum lembra a professora de infância para a qual escreveu sua primeira crônica literária, homenageando – “nesta terra e neste tempo trágicos” – uma profissão generosa e tão necessária, hoje em crise sem fim.